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Saiba quais senadores votaram para taxar a Netflix e o Spotify



Como se não bastasse o brasileiro pagar a maior carga tributária do mundo, os senadores resolveram aprovar na tarde desta quarta-feira, 14, um novo imposto, que taxa serviços de streaming. 

Netflix, Spotify, Deezer, Amazon Video Prime, Apple Music, etc terão uma taxa extra, encarecendo uma forma de entretenimento que custa pouco para a população.

Não é nenhuma surpresa de que os senadores Lasier Martins (PDT/RS) e Ana Amélia Lemos (PP/RS) votaram a favor do novo imposto.

Agora cabe ao presidente Michel Temer aprovar ou não o novo imposto.

Abaixo confira a lista em PDF dos senadores que votaram a favor dessa barbaridade.

Opção 1


Opção 2



Imagem: Reprodução

Auxílio-doença para familiares é aprovado no Senado




A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou, nesta quarta-feira (27), o Projeto de Lei do Senado (PLS) 286/14, que cria mais um tipo de benefício da Previdência Social, o auxílio doença parental. A matéria é terminativa na comissão.

De acordo com o projeto, será concedido auxílio-doença ao segurado por motivo de doença do cônjuge, dos pais, dos filhos, do padrasto, madrasta, enteado, ou dependente que viva a suas expensas e conste da sua declaração de rendimentos. O auxílio se dará mediante comprovação por perícia médica, até o limite máximo de doze meses.

A autora do projeto, senadora Ana Amélia (PP-RS), afirmou, na justificativa à proposta, que a matéria busca dar tratamento isonômico aos segurados do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) em relação aos segurados dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS). Segundo ela, a regra em vigor no RGPS prevê o benefício somente àquele que sofreu uma lesão incapacitante ou que tem um problema psiquiátrico.

— Parece existir então o que se chama de proteção insuficiente no que concerne aos segurados do regime geral, o que não se pode permitir — disse no texto.

Ana Amélia ainda explicou que o pagamento do benefício nos moldes defendidos seria uma forma de economia aos cofres públicos, já que a presença do ente familiar pode auxiliar em diversos tratamentos e diminuir o tempo de internação do paciente.

A relatora, senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), salientou que há duas classes de segurados, os do Regime Próprio com direito ao auxílio-doença parental e os do Regime Geral sem este direito, embora sem vedação expressa. A proposta, a seu ver, corrige essa omissão.

Via Agência Senado - foto: Edilson Rodrigues/AS