Maioria dos deputados gaúchos votou a favor do Brasil





O dia 17 de abril é um dia histórico, dia em que pouco depois das 23h a marca de 342 votos a favor do impeachment era registrada no placar, com o voto do deputado pernambucano Bruno Araújo do PSDB.

Após 24 anos, esse é o segundo processo de impeachment homologado no período democrático, sendo que o primeiro voto em plenário foi dado pelo deputado federal Washington Reis - PMDB/RJ por motivos de doença.

Apesar de toda a falácia petista e dos partidos que lhe servem de linha auxiliar (PSOL, PCdoB e REDE), o impeachment é um instrumento constitucional, que pode ser invocado em caso de crimes cometidos pelo presidente em exercício, no caso atual, as pedaladas fiscais condenadas pelo Tribunal de Contas da União.

Cabe parabenizar os 22 deputados gaúchos que votaram SIM ao processo de impeachment, sendo que o único fato negativo foi a abstenção do deputado Pompeu de Mattos, popularmente conhecido por usar bombachas nas sessões plenárias em Brasília. Difícil aceitar esse voto em cima do muro que só favoreceu Dilma e o PT.

Nem preciso dizer que os deputados petistas do Rio Grande do Sul aplicaram o discurso de que impeachment é golpe, Temer é traidor e de que Cunha aplicava uma vingança contra o governo. 

Sobre Eduardo Cunha, cabe ressaltar que ele conduziu o processo com tranquilidade. Até parecia uma esfinge mesmo quando diversos deputados da base aliada lhe atacaram (a maioria com razão).

E mais uma vez o povo pode perceber que tanto PSOL quanto a Rede Sustentabilidade de Marina Silva, são partidos que se dizem oposição ao PT, mas defenderam a Dilma ferozmente no plenário. Comprovação de que são partidos da linha auxiliar petista.

Veja a lista abaixo e saiba como votou cada um dos 31 deputados federais do Rio Grande do Sul.


FAVORÁVEIS AO IMPEACHMENT

Afonso Hamm (PP) 
Alceu Moreira (PMDB) 
Carlos Gomes (PRB)
Covatti Filho (PP) 
Danrlei (PSD) 
Darcísio Perondi (PMDB) 
Giovani Cherini (PDT) 
Heitor Schuch (PSB) 
Jerônimo Goergen (PP) 
João Derly (Rede) 
José Fogaça (PMDB) 
José Otávio Germano (PP) 
Jose Stédile (PSB) 
Luis Carlos Heinze (PP)
Luiz Carlos Busato (PTB) 
Mauro Pereira (PMDB)
Nelson Marchezan Júnior (PSDB) 
Onyx Lorenzoni (DEM) 
Osmar Terra (PMDB) 
Renato Molling (PP) 
Ronaldo Nogueira (PTB) 
Sérgio Moraes (PTB) 
CONTRÁRIOS 


Afonso Motta (PDT)
Bohn Gass (PT)
Henrique Fontana (PT) 
Marco Maia (PT) 
Marcon (PT)
Maria do Rosário (PT)
Paulo Pimenta (PT) 
Pepe Vargas (PT) 
ABSTENÇÃO
Pompeo de Mattos (PDT) 

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